Oficina: Convocando Capytães do Cymento – Arte Decolonyal sem ser Neocolonyal, com Juão Nyn



26/10 – 10h às 13h

zoom

online & gratuito – inscrições limitadas


Bate Papo sobre Arte, a partyr do Teatro como Colonyalydade, lynguagem esta que foy uma das 1° ferramentas para etnocýdyos e genocýdyos. Encontro focado para o públyco não yndýgena, sobre como a branquytude e a negrytude urbana podem colaborar de fato com os movymentos Yndýgenas nos campos concretos e symbólycos a favor de uma verdadeyra democracya. Provocações e reflexões para deformar o mundo únyco, cryado pela BRANQUYTUDE.

Inscrição: breve currículo e carta de intenção

Sobre Juão Nyn


Juão Nyn é multiartista, atua na performance, no teatro, no cinema e na música. Potyguar(a), 31 anos, militante do movimento Indígena do RN pela APIRN, integrante do Coletivo Estopô Balaio de Criação, Memória e Narrativa, da Cia. de Arte Teatro Interrompido e vocalista/compositor da banda Androide Sem Par. Formado em Licenciatura em Teatro pela UFRN, está há cinco anos em trânsito entre Natal e São Paulo. Como ator migrante, montou “A Cidade dos Rios Invisíveis” em 2014, 3º peça da “Trilogia das Águas”, dirigida por João Batista Júnior, em residência artística no Jardim Romano, bairro da extremo Leste de SP onde completaram em 2019, 100 (cem) apresentações da obra com 5 temporadas, ganhando assim, o Prêmio SHELL de 2019 na categoria Inovação. Também atuou no filme “FOME” (2015) de Cristiano Burlan, contracenando com o ator, ex-crítico de cinema, Jean Claude Bernadet e no filme "A Moça do Calendário" (2016), dirigido por Helena Ignez. Recentemente, foi responsável pela Direção de Arte e Cenografia da peça “As Três Marias” contemplado pelo PROAC TEATRO INFANTIL 2016, novo espetáculo infantil do Núcleo Chicote de Língua, Dirigiu a peça PERIFERIDA, com 3 temporadas, contemplado pelo VAI I 2016, VAI II de 2018 e Fomento À Periferia 2019, e CTRL+DRAG - Intervenção Digital de projeção mapeada nas praças de Wifi Livre, contemplado pelo REDES & RUAS 2016, ambos em parceria com o Coletivo ACUENDA, grupo de Drags, também do Jardim Romano. Está criando uma série de 7 performances sobre ancestralidade e identidade indígena, com duas já executadas em Natal/RN e São Paulo/SP: “BROTAREMOS DA DESSERTIFICAÇÃO” e “SHAWARA – Deus das Doenças – Troca Injusta”. Após estrear em 2018 “Nos Trilhos Abertos de um leste Migrante”, 3 peças geradas a partir da experiência de escrita de cartas por estações de trem, com audio tour por trens da CPTM e uma de espaço cênico, projeto esse contemplado pelo Rumos Itaú Cultural 2016 com o Estopô Balaio, montou outro trabalho de forma independente, intitulado ROUPA SUJA, a convite do grupo AS DE FORA, baseado em contos de Marcelino Freire. Está angariando inscrições em festivais com o monólogo BOUQUET DE ÚTEROS que trabalhou como Diretor e estreou pelo VAI 1 2018, em Residência Artística no Centro de Referência de Dança com o Teatro Interrompido Cia. De Arte, com o núcleo infantil Oceaniños na Casa Balaio e lançou o segundo disco do Androide sem Par, RUYNAS, pela segunda edição do edital de Incentivo a Criação Artística - Linguagem Música. Atualmente está finalizando o primeiro livro, intitulado TYBYRA - Uma tragédia Indígena Brasileira, aprovado pelo PROAC dramaturgia 2019, com previsão para agosto de 2020 e montando as peças “Ex- Nordestinos” com o Coletivo Estopô Balaio e " Ma'e  Yyramõi - Mar à vista " numa parceria entre a Cia de Arte TEATRO INTERROMPIDO e o Coletivo Nhandereguá de Teatro da Terra Indígena Piaçawera, previstas para 2021. 


foto: Rudá de Melo (Radar)



Selecionados:

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Ana Carolina Marinho

Barbara L. Matias

Debora Bregalda

Hênrica Ferreira

Joana Castro

João Gabriel Om

Lara Jennyfer

luan almeida

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