Metaverse: estamos no fim de algo



Video-instalação de Keiken – Reino Unido

21/10 a 27/10, às 17h, 18h e 19h

Fábrica do Futuro / Sala 240

Rua Câncio Gomes, 609 - Floresta


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Metaverse: Estamos no fim de algo é uma videoinstalação imersiva de 35' e 5 canais.


Metaverse significa um mundo virtual que se aproxima da realidade através de dispositivos digitais. É um espaço coletivo e virtual compartilhado, constituído pela soma de "realidade virtual", "realidade aumentada" e “Internet".


Narrativa:

Criado como mecanismo de um jogo, o filme se passa em um mundo imaginado no Metaverse. Ele estabelece o diálogo entre eventos atuais e futuros em um universo pós Covid-19 e cria vários conceitos possíveis. Ele explora o distanciamento social, entendimentos filosóficos de tecnologia em rápido avanço, crescente desigualdade de riqueza, divisões exacerbadas na ideologia e a colonização das nossas terras internas, externas e digitais.


O tempo deste Metaverse é definido em um estado no qual as estruturas do mundo estão à beira de enormes mudanças: o final de algo que não se sabe definir, um estado de transição difícil para a mente coletiva compreender. Portanto, fricção, confusão e medo vêm à tona em um campo de batalha caótico de emoções. Esses sentimentos são transpostos em símbolos e semiótica para construir a arquitetura do filme e usados ​​para reimaginar a arquitetura do corpo. Afinal, são eles que nos motivam a construir, inventar e criar todos artefatos e instrumentos da cultura”.


Conceito:

Em uma época de mudanças sem precedentes, Metaverse: estamos no fim de algo tenta subverter o momento contemporâneo. A video-instalação cria uma perspectiva que tira o público do momento presente para enxergá-lo de uma visão panorâmica. A partir daqui, pode-se contemplar a rede de múltiplas questões e tópicos para tentar reorganizar a ordem de por que e como chegamos onde estamos agora. Ele posiciona as lentes para vermos a cada um de nós como um ser que se manifesta em inúmeras formas de sentimentos, crenças e consciência que se propagam, criando culturas e os alicerces de nosso futuro. Ele reconhece que sempre teremos as ferramentas e a capacidade para a violência, competição, criação e comunidade, e que a maneira como sentimos afetará a maneira como usamos as ferramentas e, em última instância, a maneira como construímos nosso futuro.


Créditos:

Em colaboração com Ryan Vautier, Sakeema Crook, Sarah Blome, Khidja e Rob Malone.

Co-comissionado por Aspex Gallery, FACT Liverpool e apoiado por Pontoon.


Instagram / Social handles:

@_keiken_, @ryan_vautier, @sakeemathecrook, @sarahblomey, @_khidja_, @robmalone2


foto: Carol Xarlene

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